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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Tudo por dinheiro (Vídeo)



O apego aos bens desse mundo é algo muito forte na natureza humana, desde pequenos somos educados para “ganhar a vida”, o que, inevitavelmente, nos leva a uma busca insaciável pelo dinheiro, pelo poder. Por causa dessa ganância vemos o mundo numa situação de grande injustiça e miséria para muitos, onde “os ricos estão cada vez mais ricos à custa dos pobres cada vez mais pobres” (Papa Paulo VI).
Podemos constatar que toda a corrupção, tráfico de drogas, armas, crimes, prostituição, comércio de mulheres, poluição da terra, do ar e da água tem, por detrás, a sede pelo dinheiro. O próprio domingo, dia do Senhor, está se transformando, para muitos, num dia de ganhar dinheiro.
Por causa do dinheiro muitos aceitam praticar a mentira, a falsidade, a fraude.
Por interesse financeiro, muitas famílias se desfazem.  Somos testemunhas de filhos que matam seus próprios pais e de pais que matam seus próprios filhos, por causa do dinheiro! Assim como maridos que matam suas esposas e vice-versa... por amor ao dinheiro!
Uma pesquisa da universidade de Michigan realizou um estudo sobre o que mais afeta a vida das pessoas. O resultado:
  1. Com o que as pessoas mais se preocupam?  Dinheiro.
  2. O que traz mais felicidade as pessoas?  Dinheiro.
  3. O traz mais sofrimento as pessoas? Dinheiro.
Ou seja, somos tentados a viver em função do dinheiro. Entretanto, devemos buscar um equilíbrio para conquistá-lo. Afinal, ter dinheiro é justo e necessário, principalmente porque precisamos para nossas despesas.  Mas também temos que ter a consciência de que “o AMOR ao dinheiro é a raiz de todos os males”. 
O dinheiro em si não é o problema, o dinheiro é imparcial, inocente... mas o amor, o apego desordenado, a consciência que temos sobre o dinheiro que pode se tornar a causa de muitas limitações, e por isso, quase sempre, a raiz do mal.
Para dominar este forte impulso que age dentro de cada um de nós é preciso um grande esforço no sentido de nos convencermos da grandeza do desprendimento e da pobreza. Santo Agostinho dizia: “não andes averiguando quanto tens, mas o que tu és”.

“A verdadeira felicidade não consiste em ter muito, mas em contentar-se com pouco.”

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Não há maior alegria do que a de fazer bem ao próximo (Vídeo)



Numa sociedade em que, infelizmente, o egoísmo e o descuido pelo próximo têm aumentado, precisamos encontrar caminhos para praticar o amor gratuito e a generosidade a exemplo de Jesus Cristo.
O zelo pelos enfermos e pelos idosos é uma forma de medir essa atitude cristã. Os líderes das nossas comunidades precisam descobrir as pessoas que mais necessitam de dedicação e cuidado.
Há muitos enfermos e idosos que ficam no desamparo. Às vezes, sentem falta da família à medida que falecem os parentes mais chegados. Outros são vítimas do descaso dos próprios familiares. Soma-se a isso a situação dos que permanecem sozinhos por longas horas, devido ao trabalho dos parentes fora de casa.
Além do sofrimento da própria enfermidade ou da idade avançada, um aspecto doloroso é o fechamento progressivo do círculo de amizades que vai, aos poucos, confinando a pessoa em seu pequeno mundo e, ali na solidão, outro aspecto que causa preocupação é a falta de disponibilidade econômica que impede um tratamento adequado da doença e vai acarretando, para o idoso, a modificação no nível de vida que possuía. A situação se agrava ainda mais quando a doença diminui as forças e requer tratamentos dispendiosos. Nessas condições abre-se a oportunidade para as lideranças de nossas comunidades de demonstrar aos doentes e idosos toda estima e apoio.
Nada conforta tanto a eles quanto sentir-se amados em seu lar e cercado de atenções e cuidados. Onde não for possível a presença da própria família, fica o apelo maior às comunidades cristãs e, especialmente, aos jovens para que se dediquem a eles.
Lembro-me, no início do meu sacerdócio, quando auxiliava como vigário em Florença, do grande bem que a comunidade jovem fazia a muitos idosos, levando-lhes ajuda material, lazer, atendimento fisioterápico e, sobretudo, muito afeto. Este gesto de atenção e carinho poderia se multiplicar em nossas comunidades.
Em todas estas expressões de fraternidade, o importante é contemplar Jesus Cristo, e aprender com Ele o amor que dedicava aos enfermos, procurando aliviar seus padecimentos, agraciando-os até com milagres e ensinando-os a confiar no Pai do Céu.
Temos que imitar o Divino Mestre e a solicitude materna de Maria e perceber a necessidade dos irmãos e irmãs que sofrem, oferecendo-lhes a presença amiga, a palavra que conforta, pequenos serviços e sabendo organizar grupos de jovens que se revezem no atendimento nos casos que exigem maiores cuidados.
Cuidando dos doentes e dos que sentem a limitação da idade, os jovens estarão descobrindo a alegria de amar com gratuidade e colocando a base de uma sociedade fundamentada no respeito e na estima à pessoa humana, conforme a Vontade de Deus. Não há maior alegria do que a de fazer bem ao próximo.
Dom Luciano M. de AlmeidaArcebispo de Mariana - MG





sexta-feira, 18 de abril de 2014

Contemplemos Maria na Cruz... (Vídeo)



Contemplemos Maria aos pés da Cruz, assistindo à morte de Jesus, com a alma e o coração transpassados com as mais cruéis dores! 

Não nos escandalizemos com o que fizeram os judeus! Eles diziam: 'Se Ele é Deus, por que não desce da cruz e se livra a si próprio?!' Infelizes aqueles que não crêem que Jesus é o Messias. Não podem compreender que um Deus se humilhasse tanto e que a sua divina doutrina pregava a humildade. Jesus precisava dar o exemplo, para que seus filhos tivessem a força de praticar uma virtude, que tanto custa aos filhos deste mundo, que têm nas veias a herança do orgulho. Infelizes os que, à imitação dos que crucificaram a Jesus, ainda hoje não sabem se humilhar! 

Depois de três horas de tormentosa agonia, Jesus morre, deixando Maria na mais negra escuridão! Sem duvidar um só instante, ela, contido, aceitou a vontade de Deus e, no seu doloroso silêncio, entregou ao Pai sua imensa dor, pedindo, como Jesus, perdão para os criminosos. 

Entretanto, quem a confortou nessa hora angustiosa? Fazer a vontade de Deus foi o seu conforto; saber que o Céu foi aberto para todos os filhos foi seu consolo! Porque Maria também no Calvário foi provada com o abandono de toda consolação! 

Sofrer em união com os sofrimentos de Jesus encontra consolo; sofrer por ter feito o bem neste mundo, recebendo desprezos e humilhações encontra força. 

Que glória para nossas almas se um dia, por amarmos a Deus com todo o nosso coração, formos também perseguidos! 

Aprendamos a meditar muitas vezes esta dor, que ela nos dará força para sermos humildes: virtude amada de Deus e dos homens de boa vontade. 


Com a alma imersa na mais profunda dor, Maria viu Longinus transpassar o coração de seu Filho, sem poder dizer uma palavra! Derramou muitas lágrimas... Só Deus pode compreender o martírio desta hora, na alma e no coração! 

Depois depositaram Jesus em seus braços, não cândido e belo como em Belém... Morto e chagado, parecendo mais um leproso do que aquele adorável e encantador menino, que tantas vezes apertara ao seu coração! 

Se Maria tanto sofreu, não será ela capaz de compreender os nossos sofrimentos? Por que, então, não recorramos a Maria com mais confiança, ela que tem tanto valor diante do Altíssimo? 

Por muito ter sofrido aos pés da cruz, muito lhe foi dado! Se não tivesse sofrido tanto, não teria recebido os tesouros do Paraíso em suas mãos. 

A dor de ver transpassar o Coração de Jesus com a lança, conferiu a Maria o poder de introduzir, em seu amável Coração, a todos aqueles que a ele recorrerem. Corramos todos a Maria, porque ela pode nos colocar dentro do Coração Santíssimo de Jesus Crucificado, morada de amor e de eterna felicidade! 

O sofrimento é sempre um bem para a alma. Regozijemo-nos, pois, com Maria, que foi a segunda mártir do Calvário! Sua alma e seu coração participaram dos suplícios do Salvador, conforme a vontade do Altíssimo, para reparar o pecado da primeira mulher! Jesus foi o novo Adão e Maria a nova Eva, livrando assim a humanidade do cativeiro no qual se achava presa. 


Para correspondemos, porém, a tanto amor, sejamos muito confiantes em Maria, não nos afligindo nas contrariedades da vida; ao contrário, confiemos todos os nossos receios e dores a Ela, que saberá dar em abundância os tesouros do Coração de Jesus! 

Não nos esqueçamos de meditar esta imensa dor, quando nossa cruz estiver pesada. Nela encontraremos força para sofrer por amor a Jesus que sofreu na Cruz a mais infame das mortes. 

domingo, 13 de abril de 2014

Papa pede a católicos que reflitam se são fieis a Jesus ou traidores



O papa Francisco iniciou neste domingo (13) os ritos da Semana Santa com a missa do Domingo de Ramos, durante a qual pediu para que os católicos se questionem se são como os que traíram Jesus Cristo ou foram corajosos e fieis a Ele até o final.

"Onde está meu coração? A qual dessas pessoas [do Evangelho] me assemelho? Que esta pergunta nos acompanhe durante toda a semana" , afirmou o Papa em tom sério ante uma multidão congregada na Praça de São Pedro durante sua homilia.

Pouco antes, o sumo pontífice presidiu a procissão de Ramos, apoiado em um bastão esculpido para a ocasião pelos detentos do presídio de San Remo (centro-oeste da Itália), e cercado por dezenas de jovens padres e bispos.
"Quem sou eu? Quem sou eu frente a Jesus que sofre?" , questionou o papa ao iniciar seu discurso, causando uma tensão palpável entre os fieis.
"Sou como Judas, capaz de trair Jesus, ou sou como os discípulos que não entendem nada, que dormiam enquanto que o Senhor sofria? Minha vida está adormecida?" , indagou o papa argentino.


sexta-feira, 11 de abril de 2014

A guerra das guerras (Vídeo)



Sabemos que o aborto é a guerra mais terrível, egoísta e injusta que já foi declarada. É a guerra dos poderosos contra os fracos, dos nascidos contra os não-nascidos, da mãe contra o filho, do médico contra o seu povo... do homem contra Deus.
O fato é que o nascituro é a maior vítima dessa catástrofe, mas não é o único a sofrer, a segunda vítima do aborto é a mulher. E como toda guerra, o aborto deixa sequelas... não somente no físico, mas especificamente na alma.
Assim como os soldados que retornam da guerra trazem consigo traumas, as mães que abortam carregam os mesmos sintomas que os soldados: a mesma angústia, o mesmo desespero, a mesma anomalia, pesadelos, insônia, alcoolismo, agressão ou depressão, psicose... e suicídio. É a síndrome pós-aborto.

Seguem algumas estatísticas:
  • O Governo da Finlândia, em um estudo em 1997, encontrou sete vezes mais suicídios entre as mulheres que praticaram abortos.
  • Segundo um estudo da Universidade de Baltimore - EUA, em 1984: 64%das mulheres são internadas em hospitais psiquiátricos depois do aborto.
  • Segundo a Academia Real de Ginecologia da Inglaterra: 59% das mulheres sofrem graves e permanentes transtornos psiquiátricos depois do aborto. 
  • A Associação Americana de Psiquiatria, no início dos anos 80, identificou a depressão, hostilidade, indiferença e isolamento, flashbacks, insônia e pesadelos, e incapacidade de expressar sentimentos como consequências psicológicas do aborto. 
  • Uma pesquisa feita no Irã revela: mulheres que praticaram o aborto tem quase 200% de chances de adquirir o câncer de mama.
  • Outros estudos indicam ainda um alto índice de tentativas de suicídio, alcoolismo, bulimia e anorexia, frigidez e disfunções sexuais, relacionamentos rompidos (70%), violência doméstica e automutilação, incapacidade de concentração, cansaço e nervosismo, crise histeria e agressão. 
Nesse contexto, a sociedade age com hipocrisia e indiferença, pois não pode admitir que uma mulher seja atormentada por algo que a própria sociedade aprova, incentiva e favorece. A sociedade não pode reconhecer o veneno que tem dado de beber a essas vítimas e que está queimando terrivelmente por dentro. 
Enquanto todo mundo olha para o outro lado, ignorando essa guerra que aflige a sociedade como um todo, as mães abortivas enlouquecem, se mutilam, se suicidam, caem nos vícios... e o pior, passam pela morte espiritual... todas elas morrem de fato, espiritualmente, junto com seu próprio filho inocentemente assassinado.
E antes que filho e mãe se tornem vítimas fatais dessa guerra maligna, lutemos pela VIDA, através de ações e orações, contrariando essa sociedade e nos unindo à Igreja de Cristo.
Para que não haja dúvidas na mente dos Cristãos Católicos, sobre o que diz a Doutrina da Igreja Católica, acerca do aborto: a Igreja afirmou, desde o primeiro século, a malícia moral de todo o aborto provocado. E esta doutrina não mudou. Continua invariável. O aborto direto, isto é, querido como fim ou como meio, é gravemente contrário à lei moral:
Não matarás o embrião por meio do aborto, nem farás que morra o recém-nascido. Deus, Senhor da vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis (GS 51).
O país que permite o aborto é um país muito pobre, porque tem medo de uma criança, e o medo é sempre uma grande pobreza. Madre Tereza de Calcutá.





sexta-feira, 4 de abril de 2014

Rico para Deus é quem partilha (Vídeo)


pois o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram com muitos sofrimentos. (1Tm 6, 10)
Neste tempo da Quaresma, a Igreja nos exorta para que nos desprendamos das coisas da terra e cumulemos nossas riquezas em Deus. Pois quem ama desordenadamente as coisas da terra não deixa lugar na alma para o amor a Deus.
Deus pôs à disposição de todos os homens – e não apenas a alguns – meios para nos desenvolvermos em sociedade. Tudo nos deve servir para amar a Deus e aos outros. O que temos, apenas recebemos e cuidamos para um dia devolver ao verdadeiro Senhor das coisas. Somos, portanto, administradores desses bens por um breve espaço de tempo. Assim, para a eternidade, só levaremos o que partilhamos e o que investimos para o bem de todos, não o que acumulamos apenas para nós. Quem acumula só para si inverte o plano do Criador.
Se nos apegamos às coisas que temos e não praticamos atos de desprendimento, se os bens não nos servem para fazer o bem, se nos separam do Senhor, então não são bens, convertem-se em males. Mas se formos generosos e tratarmos os outros como filhos de Deus, seremos felizes aqui na terra e depois na outra vida. Com o bom uso que fizermos dos bens materiais que Deus confiou a cada um de nós, seja muito ou pouco, ganharemos a vida eterna. Pois a caridade, nas suas diversas formas, é sempre realização do Reino de Deus já aqui na terra,  bem como a única bagagem que nos sobrará deste mundo que passa.



sexta-feira, 28 de março de 2014

A ciência descobre que Deus existe (Vídeo)



“Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração”. Jr, 29-13
Grandes cientistas, através de estudos, análises e experimentos nas áreas das ciências, física, astrologia, matemática... chegaram numa unânime conclusão: Deus existe!!! e a partir daí testemunham sua fé:

James Clerk Maxwell:
"Penso que os cientistas assim como outras pessoas, precisam aprender de Cristo, e acho que os cristãos cujas mentes dedicam-se à ciência são chamados a estudá-la para que sua visão da glória de Deus possa ser tão extensa quanto possível”.

Isaac Newton (1643-1727), matemático e físico:
"Devemos crer em um Deus e não ter outros deuses além dele. Ele é eterno, onipresente, onisciente, onipotente, criador de todas as coisas, sábio, justo, bom e santo. Devemos amá-lo, temê-lo, honrá-lo e confiar nele, orar a ele, dar-lhe graças, louvá-lo e santificar seu nome, cumprir seus mandamentos e dispor de tempo para honrá-lo em culto."

Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716), matemático, engenheiro, filósofo e diplomata:
"A verdadeira felicidade consiste no amor a Deus, porém num amor sem preconceitos, cujo fogo arde na luz do conhecimento. Este tipo de amor gera a alegria com boas ações, que dá apoio à virtude e, tendo Deus como centro, eleva o humano ao divino."

Leonhard Euler (1707-1783), matemático e físico:
"A verdadeira felicidade pode ser encontrada somente em Deus, todos os outros prazeres nada mais são do que uma máscara vazia e são capazes de produzir apenas uma satisfação momentânea."

Alessandro Volta (1745-1827), físico:
"Submeti as verdades fundamentais da fé a um estudo minucioso. Li as obras dos apologetas e de seus adversários, avaliei as razões a favor e contra e assim obtive argumentos relevantes que tornam a religião (bíblica) tão digna de confiança ao espírito científico que uma alma com pensamentos nobres ainda não pervertida por pecado e paixão não pode senão abraçá-la e afeiçoar-se a ela. Peço a Deus que minha profissão de fé, que me foi solicitada e que eu forneço com alegria, escrita de próprio punho e por mim assinada, possa ser apresentada a todos, pois não me envergonho do Evangelho."

Wilhelm von Humboldt (1767-1835), linguista, cofundador da primeira universidade de Berlim:
"Os mistérios de Deus não são compreendidos; são adorados."
Karl Friedrich Gauss (1777-1855), matemático e físico:
"Existem questões a cuja resposta eu daria um valor infinitamente maior do que às matemáticas, por exemplo questões sobre ética, sobre nosso relacionamento com Deus, sobre nosso destino e nosso futuro. Para a alma existe uma satisfação de espécie superior, para a qual dispenso o que é material."

Friedrich Rückert (1788-1866), filólogo, pioneiro da orientalística na Alemanha:
"Fé é uma necessidade do coração. Ausência de fé não preenche lacunas. Onde se lançou fora a fé proliferará a superstição."

Augustin Louis Cauchy (1789-1857), matemático e físico:
"Sou um cristão, isto significa: creio na divindade de Jesus Cristo juntamente com Tycho Brahe, Copérnico, Descartes, Newton, Fermat, Leibniz, Pascal, Grimaldi, Euler, Guldin, Boscowitsch, Gerdil, com todos os grandes astrônomos, todos os grandes pesquisadores das ciências naturais, todos os grandes matemáticos dos séculos passados. E se porventura me perguntarem pela razão, terei prazer em explicá-la. Verão que minha convicção é resultado de estudo cuidadoso e não de preconceitos."

Michael Faraday (1791-1867), físico e químico:
"Eu confio em certezas. Eu sei que meu Redentor vive, e porque Ele vive, eu também viverei."

Karl Ernst von Baer (1792 - 1876), biólogo, pai da embriologia:
"O bondoso Criador colocou quatro desejos no homem, pelos quais podemos dizer que este é segundo a imagem de Deus: a fé, a consciência, o desejo de saber, o sentido pela estética."

Justus von Liebig (1803 - 1873), químico, patrono da Universidade de Giessen, Alemanha:
"O conhecimento da natureza é o caminho para a admiração do Criador."

James Prescott Joule (1818-1889), físico:
"Após conhecer e obedecer à vontade de Deus, o próximo alvo deve ser conhecer algo dos Seus atributos de sabedoria, poder e bondade evidenciados nas obras de Suas mãos."

Louis Pasteur (1822-1895), microbiólogo e químico:
"Quanto mais eu estudo a natureza mais fico impressionado com a obra do Criador. Nas menores de suas criaturas Deus colocou propriedades extraordinárias...”.
"Proclamo Jesus como filho de Deus em nome da ciência. Meu espírito científico, que dá grande valor à relação entre causa e efeito, compromete-me a reconhecer que, se ele não o fosse, eu não mais saberia quem ele é. Mas ele é o filho de Deus. Suas palavras são divinas, sua vida é divina, e foi dito com razão que existem equações morais assim como existem equações matemáticas."

James Clerk Maxwell (1831-1879), físico e matemático:
"Juntamente com a Assembléia de Westminster e todos que a precederam eu creio que 'o fim principal do homem é glorificar a Deus e apreciá-lo para sempre.'"

Ruy Barbosa de Oliveira (1849-1923), filólogo e cientista político:
"Nunca senti pelas vilanias humanas mais enjoos e pela sorte de nossa terra mais desânimo. Felizmente a fé em Deus se me vai acendendo, à medida que se me apaga a confiança nos homens. No meio de tantos desconfortos e iniquidade tenho-me entregado estes dias exclusivamente à leitura do Evangelho, a eterna consolação dos malferidos nos grandes naufrágios."
"Nem o ateísmo reflexivo dos filósofos, nem o inconsciente ateísmo dos indiferentes são compatíveis com as qualidades de ação, resistência e disciplina essenciais aos povos livres. Os descrentes, em geral, são fracos e pessimistas, resignados ou rebeldes, agitados ou agitadores. Mas ainda não basta crer: é preciso crer definida e ativamente em Deus, isto é, confessá-lo com firmeza, e praticá-lo com perseverança."

Max Planck (1858-1947), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1919:
"... desde a infância a fé firme e inabalável no Todo Poderoso e Todo Bondoso tem profundas raízes em mim. Decerto Seus caminhos não são nossos caminhos; mas a confiança Nele nos ajuda a vencer as provações mais difíceis."
"Religião e ciência natural combatem unidos numa batalha incessante contra o ceticismo e o dogmatismo, contra a descrença e a superstição. E a palavra de ordem nesta luta sempre foi e para todo sempre será: em direção a Deus!"
"A prova mais imediata da compatibilidade entre religião e ciência natural, mesmo sob análise detalhada e crítica, é o fato histórico de que justamente os maiores cientistas de todos os tempos, homens como Kepler, Newton, Leibniz, estavam imbuídos de profunda religiosidade."

Roberto Landell de Moura (1861- 1928), pioneiro do rádio:
"Eu sempre vi nas minhas descobertas uma dádiva de Deus. E como, além disso, sempre trabalhei para o bem da humanidade, tentando provar, ao mesmo tempo, que a religião não é incompatível com a ciência, folgo em ver hoje realizado na prática utilitária, aquilo que foi meu sonho de muitos dias, muitos meses, muitos anos."

George Washington Carver (1864-1943), botânico, agrônomo:
"Quando eu trabalhava em projetos que atendiam a uma real necessidade humana, forças trabalhavam através de mim que me surpreendiam. Frequentemente eu adormecia com um problema aparentemente insolúvel. Ao acordar, a resposta estava lá. Por que, então, devemos nós, crentes em Cristo, nos surpreender com aquilo que Deus pode fazer com um homem de boa vontade em um laboratório?"

Herbert George Wells (1866-1946), historiador e escritor:
"Como historiador preciso admitir que este pobre pregador da Galileia inevitavelmente é o centro da história."

André Siegfried (1875-1959), educador e cientista político:
"Nossa visão espiritual e não apenas puramente racional do homem..., nós a devemos à tradição judaica, que teve no Evangelho um desdobramento tão grandioso. Os profetas de Israel, aqueles brilhantes e devotos líderes do seu povo, plantaram no nosso espírito a sede de justiça que caracteriza socialmente o Ocidente."

Albert Einstein (1879-1955), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1921:
"A todo cientista minucioso deve ser natural algum tipo de sentimento religioso, pois não consegue supor que as dependências extremamente sutis por ele vislumbradas tenham sido pensadas pela primeira vez por ele. No universo incompreensível revela-se uma razão ilimitada. A opinião corrente de que sou ateu baseia-se num grande engano. Quem julga deduzi-la de minhas teorias científicas, mal as compreendeu. Entendeu-me de forma equivocada e presta-me péssimo serviço...”.

Friedrich Dessauer (1881-1963), físico, pai da engenharia biomédica:
"No fundo o ideal do homem cristão é a superação heroica de tudo o que rebaixa..., naturalmente não apenas por força própria, que é insuficiente, mas com ajuda da graça (de Deus)."

Arthur Holly Compton (1892-1962), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1927:
"Para mim, a fé começa com a constatação de que uma inteligência suprema chamou o universo à existência e criou o homem. Não me é difícil crer isso, pois é inegável que onde há um plano, há também inteligência - um universo ordenado e em desdobramento atesta a verdade da declaração mais poderosa que jamais foi proferida: 'No princípio Deus criou'."

Arnold Joseph Toynbee (1889-1975), historiador:
"E agora, quando olhamos para a outra margem, um único vulto ergue-se das águas e preenche todo o horizonte. É o Salvador - Deus encarnado no homem Jesus de Nazaré."

Werner Heisenberg (1901-1976), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1932:
"O primeiro gole do copo das ciências naturais torna ateu; mas no fundo do copo Deus aguarda."

Walter Heinrich Heitler (1904-1981), físico, recebedor da Medalha Max Planck de 1968:
"Natureza definitivamente não pode ser discutida de modo completo em termos científicos sem incluir também a indagação por Deus."

Nevill Mott (1905-1996), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1977:
"Os milagres da história humana são aqueles em que Deus falou aos homens. O supremo milagre para os cristãos é a ressurreição. Alguma coisa aconteceu àqueles poucos homens que conheciam Jesus que os levou a acreditar que Jesus estava vivo, com tal intensidade e convicção que esta fé permanece a base da igreja cristã dois mil anos depois."

Carlos Chagas Filho (1910-2000), médico, membro da Acad. Bras. Ciências:
"Estou procurando mostrar que não há incompatibilidade entre a verdade científica e a revelação: são duas coisas que tratam de espaços diferentes. Uma trata da realidade da vida, a outra trata do transcendental. E a Bíblia, que é um livro muito interessante de ser lido (principalmente Isaías), não procura ensinar à gente nada de ciência, e sim uma ordem moral. ... a Bíblia não quer ensinar como é que se fez o céu, mas quer ensinar como é que se vai ao céu. Trata-se de um preceito teológico muito importante, relativo à questão de graça: a pessoa acredita ou não. Agora, como eu respeito as pessoas que não creem, quero também que elas respeitem a sinceridade de minha fé."

Wernher von Braun (1912-1977), pioneiro da exploração espacial:
"Minhas experiências com ciência conduziram-me a Deus. Desafiam a ciência a provar a existência de Deus. Mas precisamos realmente acender uma vela para ver o sol?"

Charles Townes (1915-), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1964:
"Você pode perguntar: onde exatamente Deus entra em tudo isto? Talvez minha narrativa possa lhe dar algumas respostas, mas para mim a pergunta quase não faz sentido. Se você crê em Deus, não existe um 'onde' em particular. Ele sempre está presente... Para mim Deus é pessoal e também onipresente. Uma grande fonte de força, Ele fez uma enorme diferença para mim."

Arthur L. Schawlow (1921-1999), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1981:
"... eu encontro uma necessidade por Deus no universo e em minha própria vida ... Somos afortunados em termos a Bíblia, e especialmente o Novo Testamento, que nos fala de Deus em termos humanos muito acessíveis, embora também nos deixe algumas coisas difíceis de entender."

Antony Hewish (1924-), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1974:
"Eu creio em Deus. Não faz o menor sentido para mim supor que o universo e nossa existência são apenas um acidente cósmico, que a vida emergiu por processos aleatórios em um ambiente que apenas por acaso tinha as propriedades certas."
"Como um cristão, começo a compreender o que é a vida através da fé num Criador... revelado por um homem nascido há cerca de 2000 anos."

John Polkinghorne (1930- ), físico, teólogo, ex-presidente do Queen's College, Cambridge:
"Eu creio apaixonadamente na teoria quântica, mas tal crença não ameaça mudar minha vida de forma significativa. Não posso crer em Deus, no entanto, sem saber que devo ser obediente a Sua vontade para mim, à medida que ela se torna conhecida a mim. Deus não está aí apenas para satisfazer minha curiosidade intelectual, ele está aí para ser honrado e respeitado e amado como meu Criador e Salvador. Cuidado! Deixe-me fazer um aviso teológico de saúde, ou melhor, uma promessa: 'Ler a Bíblia pode mudar sua vida.'"

Arno Allan Penzias (1933-), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1978:
"Eu olho para Deus através das obras de suas mãos e estas obras implicam intenções. Destas intenções recebo uma impressão do Todo Poderoso."

William Daniel Phillips (1948- ), ganhador do Prêmio Nobel de Física de 1997:
"Muitos cientistas são também pessoas com uma fé religiosa bastante convencional. Eu, um físico, sou um exemplo. Creio em Deus como Criador e como Amigo. Isto é, creio que Deus é pessoal e interage conosco."

Francis Sellers Collins (1950- ), geneticista, ex-diretor do Projeto Genoma Humano:
"Não tenho razão para ver uma discordância entre aquilo, que sei como cientista que passa o dia inteiro estudando o genoma humano, e aquilo, que creio como alguém que presta muita atenção ao que a Bíblia me ensinou sobre Deus e sobre Jesus Cristo. A noção de que você deve escolher entre um e outro é um mito terrível que tem sido proposto, e que muitas pessoas têm aceito sem real oportunidade de examinar a evidência." 



terça-feira, 25 de março de 2014

Graças ao teu SIM a vida humana torna-se mais alegre e esperançosa (Vídeo)



A Anunciação do anjo à Maria marca o início da Redenção humana.  Com seu “sim”, Maria divide a história da humanidade em antes e depois, em velho e novo.  Ao aceitar o projeto de Deus, Maria se insere definitivamente na aliança de Deus com seu povo: através dela o Filho de Deus se fará homem e se fará presente e atuante em seu tempo e por toda a eternidade.

Com sua atitude, Maria torna-se co-redentora, participando do resgate da humanidade em direção ao coração de Deus.  Através de Maria Deus se fará homem e na vida terrena experimentará o limite da condição humana para revelar-Se Pai amoroso, Filho amado, Espírito amante.

Com a festa da Anunciação a Nossa Senhora, a Igreja quer celebrar esse momento único em que Cristo começa a ser gerado no ventre de Maria.  A jovem, que questiona o anjo por não entender como tal coisa poderia acontecer já que não conhecia homem, consegue perceber nas palavras do mensageiro a certeza de Deus e Sua verdade.  Assim, abre seu coração e seu corpo ao extraordinário, àquilo que assombrará a humanidade por gerações: ser corpo virgem gerará uma vida – mistério insondável de Deus, revelação suprema de Seu poder em tornar possível o impossível aos olhos humanos.

Possamos com essa festa nos abrir ao extraordinário, aceitar com gratidão o projeto de Deus sabendo-nos partícipes da construção de um novo estado de coisas e, sobretudo, testemunhar que desde aquele dia comum, na pequena cidade de Nazaré da Galiléia, o próprio Deus está presente no meio da humanidade.


sábado, 22 de março de 2014

Por que o demônio odeia Maria? (Vídeo)



"Uma arma que é muito efetiva e poderosa para vencer o demônio, é Maria. O demônio treme diante de Maria. Eu agora vou dizer algo que pode chocar você um pouquinho: durante as orações de exorcismo, quando mencionamos o nome Maria para o demônio, ele se torna até mais furioso do que quando a gente menciona Jesus".
"Vou tentar explicar: eu não estou dizendo que ele tema mais a Maria do que a Jesus. O que eu estou dizendo é que ele se torna mais raivoso quando se menciona Maria do que quando se menciona Jesus. E a razão é a seguinte: ele sabe que Jesus é o filho de Deus. Ele sabe que Jesus o venceu. Apesar de ser tão orgulhoso ele sabe que precisa dobrar o joelho diante de Jesus. Mas ele não pode agüentar que Maria, uma criatura, uma criatura humana possa tê-lo vencido".
"Durante o exorcismo, Deus ordena ao demônio a dizer a verdade. Quando um exorcista pergunta ao demônio: 'por que você treme diante de Maria?'. Neste momento, Deus ordena ao demônio que responda. E que responda a verdade. E o demônio responde: 'eu odeio Maria porque ela é muito humilde'. O demônio não tem medo das pessoas que ficam gritando ao tentar expulsá-lo. Ele não se impressiona com gritaria. Ele é um espírito. Não tem ouvido. Então não há utilidade nenhuma ficar gritando".
"O demônio odeia a humildade. Ele não tem medo de gritaria, mas a humildade o apavora. Quanto mais humilde, mais ele treme. Exatamente porque ele é orgulhoso".

(Frei Elias Vella, padre exorcista da Ilha de Malta).


sábado, 15 de março de 2014

LIMPA-TE, o sacramento da Reconciliação (Vídeo)



Ao longo da nossa vida tivemos que pedir perdão muitas vezes, e o Senhor nos perdoou sempre. Ao fim de cada dia, quando fazemos nosso exame de consciência, devemos dizer: Tende piedade de mim, Senhor... Cada um de nós sabe quanto precisa da misericórdia divina.
Vamos, pois, à confissão para pedir a absolvição das nossas culpas como quem pede uma esmola que está longe de merecer. Mas aproximando-nos com confiança, fiado, não nos nossos méritos, mas na misericórdia divina, que é eterna e infinita, sempre inclinada ao perdão.
O Senhor só nos pede que reconheçamos humildemente as nossas culpas. Não nos confessamos para pedir àquele que está no lugar de Deus que nos compreenda e nos reanime. Vamos antes para pedir perdão. Por Isso, a acusação do pecado não consiste simplesmente em declará-los, em fazer um relato histórico das nossas faltas, mas em acusar-nos delas: Eu me acuso de...
É igualmente uma acusação dolorida de coisas que desejaríamos que nunca tivessem acontecido, e em que não tem cabimento as desculpas com o fim de dissimularmos as nossas faltas ou de diminuirmos a responsabilidade pessoal. A confissão sincera das nossas culpas deixa sempre na alma uma grande paz uma grande alegria. A tristeza do pecado ou da falta de correspondência à graça converter-se em júbilo.
Talvez os momentos de uma confissão sincera estejam entre os mais doces, os mais reconfortantes e os mais decisivos da vida. Papa Paulo VI





domingo, 9 de março de 2014

Jesus vence o diabo (Vídeo)



Na quarta feira iniciamos a Quaresma que, mediante a oração, o Jejum, a esmola solidária e a Campanha da Fraternidade, nos conduzirá a alegria da Páscoa. Cientes de que em muitas ocasiões nos afastamos de Deus, guiados como Jesus, pelo Espírito, queremos recuperar a força da nossa fé e, sobre tudo, assentar nossa existência em Cristo e com Cristo.
Jesus caminhava sempre guiado pelo Espírito, seja ao deserto para ser tentado, ao Jordão para ser batizado, ao Tabor para ser Transfigurado, ao Monte das Oliveiras para ser preso. Tudo isso Ele realizou para seguir o plano salvador de Deus Pai.
As tentações de Jesus lhe oferecem um caminho triunfalista, utilizar o milagre em proveito próprio. O Pai, porém, lhe marca o caminho do serviço, da humildade, da misericórdia, da entrega. Jesus foi tentado no deserto, nos caminhos e nas cidades. Foi tentado pelos familiares, pelos discípulos. Pelo povo e pelas autoridades políticas e religiosas.
Jesus não realizaria nenhum milagre para aparecer, mas para manifestar a misericórdia de Deus Pai para com os necessitados. Às vezes caímos na tentação de recorrer a Deus para que nos dê sorte; a tentação de querer utilizar Deus, de querer ser como Ele e de fazer Deus a nossa medida. Outras vezes caímos nas tentações da arrogância, dos privilégios, do poder, da prepotência, do prestígio, o monopólio da verdade e de todo tipo de tentações simbolizadas nas tentações de Jesus. Respondamos como Ele com firmeza: ‘Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus’. ‘Não tentarás ao Senhor teu Deus’ e ‘Vai-te embora Satanás, ao Senhor teu Deus adorarás e só a Ele servirás’. Com sua vitória Jesus nos demonstra que as tentações que temos podem ser superadas. Contemos com a força do Espírito e a luz da Palavra. As tentações nos ajudam a crescer, amadurecer, a ser mais realistas, mais fortes, mais necessitados de oração e de conversão permanente.
Frei Heliodoro, oar




sábado, 1 de março de 2014

"Deus existe eu vi pessoalmente" (Vídeo)


Pedro Leonardo: "Deus existe eu vi pessoalmente"

Pedro Leonardo gravou clipe no Espírito Santo e se despede da carreira de cantor com a música "Nasci de novo". Cantor contou que a canção é em agradecimento pela vida, após acidente. O motivo de o Espírito Santo ter sido escolhido como cenário para o trabalho ficou claro nas palavras de Pedro: "o próprio nome desse Estado já justifica a escolha".
§2506 O cristão não deve "se envergonhar de dar testemunho de Nosso Senhor" (2Tm 1,8) em atos e palavras.
§1816 O discípulo de Cristo não deve apenas guardar a fé e nela viver, mas também professá-la, testemunhá-la com firmeza e difundi-la: "Todos devem estar prontos a confessar Cristo perante os homens e segui-lo no caminho da Cruz, entre perseguições que nunca faltam à Igreja. O serviço e o testemunho da fé são requisitos da salvação: “Todo aquele que se declarar por mim diante dos homens também eu me declararei por ele diante de meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me renegar diante dos homens também o renegarei diante de meu Pai que está nos céus" (Mt 10,32-33).
Somos testemunho vivo do poder de Deus, por isso todo cristão deve testemunhar as maravilhas que o Senhor faz em sua vida e na vida de sua família. Testemunhar não é contar vantagem ou se vangloriar. Testemunhar é compartilhar as bênçãos recebidas do Senhor com outras pessoas para que elas saibam o quanto Deus é soberano e opera milagres e prodígios em favor do seu povo.
Devemos evangelizar com nosso testemunho pessoal, demonstrar que, por intermédio do Espírito Santo, somos novas criaturas, prontas a amar, servir e repeitar a todos, especialmente a Deus, Nosso Pai e Criador.


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A escolha de uma mãe (Vídeo)



“Cada um, no próprio papel e no próprio âmbito, sinta-se chamado a amar e servir a vida, a acolhê-la, respeitá-la e promovê-la, especialmente quando ela é frágil e necessitada de atenções e cuidados, do ventre materno até o seu fim nesta terra”. Papa Francisco
Papa telefona à jovem que desistiu de abortar

SEXTA-FEIRA, 06 DE SETEMBRO DE 2013.

Em agosto, Anna havia escrito ao Papa contando a decisão de não abortar!!!
“Papa Francisco irá batizar o meu filho”, conta uma jovem italiana que recebeu uma ligação do Pontífice.  Anna Romano, de 35 anos, escreveu ao Papa no final de agosto, contanto que havia desistido de abortar. A notícia do telefonema foi divulgada por agências de notícias  italianas.
Na carta, a jovem contou ao Papa que estava grávida e foi abandonada pelo namorado por não ter aceitado interromper a gestação. Disse ao Pontífice que desejava batizar o filho, mas tinha medo, por ser “mãe solteira” e já divorciada uma vez.  Anna recebeu a ligação de Francisco, que falou da carta e se ofereceu para batizar o bebê.
“Aquele telefonema de poucos minutos mudou a minha vida. O Papa me disse que fui muito corajosa e forte por ter decidido ter o bebê”, contou a jovem ao jornal italiano Corriere della Sera. Francisco encorajou a jovem a não perder a esperança, e lhe assegurou suas orações.
Anna Romano afirmou que, se o bebê for menino, se chamará Francisco. O nascimento está previsto para abril. “Decidi contar a minha história para ser exemplo para tantas mulheres que se sentem longe da Igreja” conclui a jovem.
Da Redação, com Agências




sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Se Deus existe, por que há tanto mal na terra? (Vídeo)




O problema do mal é o problema mais sério do mundo hoje. É também a  mais séria objeção em relação a existência de Deus.
Quando São Tomas de Aquino escreveu sua grande Suma Teológica, ele encontrou apenas duas grandes objeções a existência de Deus, mesmo ele tentando listar pelo menos três objeções para cada uma das milhares de teses que ele tentou provar nesse seu grande trabalho. Uma das duas objeções é a habilidade aparente das ciências naturais para explicar tudo em nossa existência, sem Deus; e a outra é o problema do mal.
Mais pessoas tem abandonado sua fé por causa do problema do mal mais do que qualquer outra razão. É certamente o maior teste de fé, a maior tentação para a descrença. E não é apenas uma objeção intelectual. Nós a sentimos. Nós a vivemos. É por isso que o Livro de Jó é tão cativante.
O problema pode ser indicado de uma maneira muito simples: Se Deus é tão bom, porque o Seu mundo é tão mal? Se um Deus todo bom, onisciente, todo-amoroso, todo-justo e todo-poderoso esta comandando o espetáculo, por que ele parece esta fazendo um trabalho tão miserável? Porque coisas ruins acontecem com pessoas boas?
O descrente que faz essa pergunta esta geralmente sentindo algum ressentimento e rebelião contra Deus, não é apenas a falta de evidencias a Sua existência. C.S. Lewis relembra que como um ateu ele “não acreditava que Deus existisse. Eu também tinha muita raiva Dele por não existir. Também tinha raiva Dele por ter criado o mundo.”
Quando você conversa com tal pessoa, lembre-se que é mais como se estivesse conversando com um divorciado do que com um cientista descrenteA razão pela descrença é um amante infiel, e não uma hipótese inadequada. O problema do descrente não é apenas uma mente fraca, mas um coração duro. E o bom apologista sabe como fazer o coração guiar a mente e vice-versa. Existem quatro partes para a solução do problema do mal.
Primeiro, o mal não é uma coisa, uma entidade, um ser. Todos os seres são ou do Criador ou das criaturas criadas pelo Criador. Mas tudo que Deus criou é bom, de acordo com Genesis. Nós tendemos naturalmente pintar uma imagem do mal como uma coisa – uma nuvem negra, ou uma tempestade perigosa, ou um rosto fazendo caretas ou sujeira. Mas essas imagens nos enganam. Se Deus é o criador de todas as coisas, e o mal é uma coisa, então Deus é o criador do mal, e ele é o culpado por sua existência. Não, o mal não é uma coisa, mas sim uma escolha errada, ou o dano feito pela escolha errada. O mal não é uma coisa mais positiva do que a cegueira é, mas é tão real quanto. Não é uma coisa, mas não é uma ilusão.
Segundo, a origem do mal não é o Criador, mas a criatura ao escolher livremente o pecado e o egoísmo. Tire todo o pecado e egoísmo e você teria o céu na terra. Ate mesmo os males físicos restantes já não mais nos irritariam e nos amargurariam. Os santos suportam e até abraçam o sofrimento e a morte como amantes que abraçam desafios heróicos. Mas eles não abraçam o pecado. Mais adiante, a causa do mal físico é o mal espiritual. A causa do sofrimento é o pecado. Depois que Gênesis nos contou a história do Bom Deus que criou o mundo bom, logo em seguida ele responde a pergunta óbvia “De onde veio o mal então?” pela história da queda da humanidade. Como nós devemos entender isto? Como o mal espiritual (pecado) pode causar o mal físico (sofrimento e morte)?
Deus é a fonte de toda a vida e alegria. Então, quando a alma humana se rebela contra Deus, perde sua vida e alegria. Agora, um ser humano é formado de corpo dotado de alma espiritual. Nós somos uma única criatura, não somos duplos. Nós nem somos corpo alma, tanto quanto somos alma encarnada ou corpo animado. Então o corpo deve compartilhar a inevitável punição da alma – um castigo tão natural e inevitável como ossos quebrados por saltar de um penhasco ou um estomago enjoado por comer comida estragada, e não um castigo por conseguir uma nota baixa na escola ou uma tapinha nas mãos por tirar os biscoitos. Se esta conseqüência do pecado foi uma mudança física no mundo, ou apenas uma mudança espiritual na consciência humana – se os espinhos e os abrolhos cresceram no jardim somente após a queda ou se eles estavam sempre La, mas só foi sentida a dor pela recém caída consciência – é outra questão. Mas em qualquer caso, a conexão entre o mal físico e o mal espiritual tem que ser tão próxima quanto a conexão entre as duas coisas que afetam, a alma humana e o corpo humano.
Se a origem do mal é o livre arbítrio, e Deus é a origem do livre arbítrio, não será Deus a origem do mal? São os pais a origem dos erros cometidos pelos seus filhos só porque eles deram origem a seus filhos? O Deus todo-poderoso nos deu uma parte de Seu poder para escolher livremente. Preferiríamos que ele não tivesse dado e tivesse nos feito como robôs ao invés de seres humanos?
terceira parte da solução para o problema do mal é a parte mais importante: como resolver o problema na prática, e não apenas na teoria; na vida, não só no pensamento. Apesar do mal ser um problema sério para o pensamento (pois parece refutar a existência de Deus), é ainda um problema maior na vida (pois é a exclusão real de Deus). Mas mesmo que você ache que a solução no pensamento é obscura e incerta, a solução na pratica é tão forte e clara como o sol: é o Filho. A solução de Deus para o problema do mal é Seu Filho Jesus Cristo. O amor do Pai nos enviou Seu Filho para morrer por nos para derrotar o poder do mal na natureza humana: este é o coração da história Cristã. Nós não adoramos um Deus deísta, um proprietário da terra ausente que ignora suas casas; nós adoramos um Deus lixeiro que veio direto para o nosso pior lixo para limpar tudo.
A Cruz é a parte de Deus como solução prática para o mal. Nossa parte, de acordo com o mesmo Evangelho, é de nos arrependermos, crermos e trabalharmos com Deus na luta contra o mal pelo poder do amor. O Rei invadiu, estamos terminando a operação de limpeza.
Finalmente, e sobre o problema filosófico? Não é logicamente contraditório dizer que um todo-poderoso e todo-amoroso Deus tolera tanto mal quando Ele poderia erradicá-lo? Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas? A pergunta faz três pressupostos questionáveis.
Primeiro, quem disse que somos pessoas boas? A pergunta não deveria ser “Por que coisas ruins acontecem com pessoas boas?” mas sim, “Por que coisas boas acontece com pessoas ruins?”. Se a fada madrinha da Cinderela diz que ela pode vestir seu vestido mágico até meia-noite, a pergunta não deveria ser “Porque não depois de meia-noite?”, mas sim “ Por que pude vesti-lo, em primeiro lugar?”. A pergunta não é porque o copo d’água está vazio pela metade, mas sim por que está cheio pela metade, pois toda bondade é um dom. As melhores pessoas são aquelas que são mais relutantes em chamarem a si mesmas de boas. Pecadores pensam que são santos, mas os santos sabem que são pecadores. O melhor homem que já viveu um dia disse: “Ninguém é bom, apenas Deus.”
Segundo, quem disse que sofrimento é sempre ruim? A vida sem ele produziria crianças mimadas e tiranas, e não santos alegres.
O rabino Abraham Heschel diz simplesmente: “O homem que não tenha sofrido, o que é possível que ele saiba, afinal?” O sofrimento pode trabalhar para o bem maior da sabedoria. Não é verdade que todas as coisas são boas, mas é verdade que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.”
Terceiro, quem disse que nós temos que saber todas as razoes de Deus? Quem já nos prometeu todas as respostas? Os animais não podem entender muito sobre nós; Porque deveríamos ser capazes de entender tudo sobre Deus? O ponto óbvio do Livro de Jó, a maior exploração do mundo sobre problema do mal, é que nós simplesmente não sabemos o que Deus esta fazendo.
Que lição difícil de aprender: lição número Um, que nós somos ignorantes, que nós somos crianças! Não é a toa que Sócrates foi declarado o homem mais sábio do mundo pelo Oráculo de Delfos. Ele interpretou essa declaração no sentido de que só ele sabia que não tinha sabedoria, e essa foi a verdadeira sabedoria para o homem.
Uma criança no décimo andar de um prédio em chamas não pode ver os bombeiros com suas redes de segurança na rua. Eles gritam “Pula! Nos te seguraremos. Confie!”. A criança responde: “Mas não te vejo.”. O bombeiro responde, “Esta tudo bem, eu te vejo”. Nós somos como aquela criança, o mal é como o fogo, nossa ignorância é como a fumaça, Deus é como o bombeiro, e Cristo é como a rede de segurança. Se existe situações como esta que nós devemos confiar até mesmo em seres humanos falíveis com as nossas vidas, onde nós devemos confiar no que ouvimos, e não no que vemos, então é razoável que nós devemos confiar no infalível Deus que tudo vê, quando ouvimos de Sua palavra, mas não vemos por causa de nossa razão ou experiência. Nós não podemos saber todas as razoes de Deus, mas nós podemos saber o porque não sabemos.
Deus já nos deixou saber muito. Ele levantou a cortina no problema do mal com Cristo. Lá, o maior mal que já aconteceu, ambos o maior mal espiritual e o maior mal físico, ambos o pecado maior (deicídio) e o maior sofrimento (amor perfeito odiado e crucificado), é revelado como Seu plano sábio e amoroso para trazer o maior bem, a salvação do mundo contra o pecado e o sofrimento eterno. Ai esta, a maior injustiça de todos os tempos esta integrado no plano de salvação que São Paulo chama de “a justiça de Deus”. O amor encontra uma maneira. O amor é muito complicado. Mas precisa de amor para ser confiável.
O pior aspecto do problema do mal é o mal eterno, o inferno. O inferno não contradiz um amado e onipotente Deus? Não, pois o inferno é a conseqüência do livre arbítrio. Nós escolhemos livremente o inferno para nós mesmos. Deus não manda ninguém para o inferno contra sua vontade. Se uma criatura é realmente livre pra dizer sim e não a oferta de amor e casamento espiritual do Criador, então deve ser possível para a criatura dizer não. E isso é o que o inferno é, essencialmente. Livre arbítrio, por vez, foi criado do amor de Deus. Então, inferno é o resultado do amor de Deus. Tudo é.
Nenhuma pessoa sã quer que o inferno exista. Nenhuma pessoa sã quer que o mal exista. Mas o inferno é apenas o mal eternizado. Se existe o mal, e se existe eternidade, pode existir o inferno. Se é intelectualmente desonesto desacreditar no mal só por que é chocante e incomodo, é o mesmo com o inferno. A realidade tem cantos duros, surpresas e perigos terríveis nela. Precisamos desesperadamente de um mapa de verdade, e não sentimentos agradáveis, se quisermos chegar em casa. É verdade, como se costuma dizer, que “o inferno só se sente irreal, impossível”. Sim, assim como o Auschwitz. Assim como o Calvário.
Do Apostolado Online Spiritus Paraclitus / KREEFT, Peter. O problema do mal.



sábado, 8 de fevereiro de 2014

"Se eu ficasse de joelhos a vida inteira, não diria, nunca, o bastante, toda a minha gratidão ao bom Deus" (Vídeo)



"Se tivesse hoje a oportunidade de encontrar os mercadores de escravos que me capturaram e até mesmo aqueles que me torturaram, eu ajoelharia e beijaria suas mãos, pois se isto não tivesse acontecido, eu, hoje, não seria cristã e religiosa." 

As frases acima são de Santa Josefina Bakhita. Sobre esta santa admirável, como são todos os santos, Papa Bento XVI dedicou um trecho de sua Encíclica, Spes Salvi, a nos ensinar sobre sua vida e a "esperança":

"Refiro-me a Josefina Bakhita, uma africana canonizada pelo Papa João Paulo II. Nascera por volta de 1869 – ela mesma não sabia a data precisa – no Darfur, Sudão. Aos nove anos de idade foi raptada pelos traficantes de escravos, espancada barbaramente e vendida cinco vezes nos mercados do Sudão. Por último, acabou escrava ao serviço da mãe e da esposa de um general, onde era diariamente seviciada até ao sangue; resultado disso mesmo foram as 144 cicatrizes que lhe ficaram para toda a vida. Finalmente, em 1882, foi comprada por um comerciante italiano para o cônsul Callisto Legnani que, ante a avançada dos mahdistas, voltou para a Itália. Aqui, depois de « patrões » tão terríveis que a tiveram como sua propriedade até agora, Bakhita acabou por conhecer um « patrão » totalmente diferente – no dialecto veneziano que agora tinha aprendido, chamava « paron » ao Deus vivo, ao Deus de Jesus Cristo. Até então só tinha conhecido patrões que a desprezavam e maltratavam ou, na melhor das hipóteses, a consideravam uma escrava útil. Mas agora ouvia dizer que existe um « paron » acima de todos os patrões, o Senhor de todos os senhores, e que este Senhor é bom, a bondade em pessoa. Soube que este Senhor também a conhecia, tinha-a criado; mais ainda, amava-a. Também ela era amada, e precisamente pelo « Paron » supremo, diante do qual todos os outros patrões não passam de miseráveis servos. Ela era conhecida, amada e esperada; mais ainda, este Patrão tinha enfrentado pessoalmente o destino de ser flagelado e agora estava à espera dela « à direita de Deus Pai ». Agora ela tinha « esperança »; já não aquela pequena esperança de achar patrões menos cruéis, mas a grande esperança: eu sou definitivamente amada e aconteça o que acontecer, eu sou esperada por este Amor. Assim a minha vida é boa. Mediante o conhecimento desta esperança, ela estava « redimida », já não se sentia escrava, mas uma livre filha de Deus. Entendia aquilo que Paulo queria dizer quando lembrava aos Efésios que, antes, estavam sem esperança e sem Deus no mundo: sem esperança porque sem Deus. Por isso, quando quiseram levá-la de novo para o Sudão, Bakhita negou-se; não estava disposta a deixar-se separar novamente do seu « Paron ». A 9 de Janeiro de 1890, foi baptizada e crismada e recebeu a Sagrada Comunhão das mãos do Patriarca de Veneza. A 8 de Dezembro de 1896, em Verona, pronunciou os votos na Congregação das Irmãs Canossianas e desde então, a par dos serviços na sacristia e na portaria do convento, em várias viagens pela Itália procurou sobretudo incitar à missão: a libertação recebida através do encontro com o Deus de Jesus Cristo, sentia que devia estendê-la, tinha de ser dada também a outros, ao maior número possível de pessoas. A esperança, que nascera para ela e a « redimira », não podia guardá-la para si; esta esperança devia chegar a muitos, chegar a todos."

Apenas uma amostra do sofrimento que Santa Josefina Bakhita passou nas mãos de seus senhores, segundo seu próprio relato:
"Uma mulher habilidosa nesta arte cruel (tatuagem) veio à casa principal... nossa patroa colocou-se atrás de nós, com o chicote nas mãos. A mulher trazia uma vasilha com farinha branca, uma vasilha com sal e uma navalha. Quando terminou de desenhar com a farinha, a mulher pegou da navalha e começou a fazer cortes seguindo o padrão desenhado. O sal foi aplicado em cada ferida... Meu rosto foi poupado, mas 6 desenhos foram feitos em meus seios, e mais 60 em minha barriga e braços. Pensei que fosse morrer, principalmente quando o sal era aplicado nas feridas... foi por milagre de Deus que não morri. Ele havia me destinado para coisas melhores."

Esta mulher, que tudo isto passou, viveu para ver dias melhores, para ter um encontro com seu "Mestre". Acrisolada na escola do sofrimento, Santa Bakhita é um exemplo da esperança cristã, da esperança transformadora, da esperança que contra tudo espera e aguarda nosso "destino para coisas melhores". É a verdadeira esperança de quem se sabe amado e jamais esquecido, de quem sabe que há um Pai Altíssimo que cuida de todos nós. 
"Quando uma pessoa ama tanto uma outra, deseja ardentemente ir para junto dela: por que, então, tanto medo da morte? A morte nos leva a Deus."
Santa Bakhita, rogai por nós!




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