domingo, 28 de outubro de 2012
BEATO PAPA JOÃO XXIII, DESEJAVA QUE OS TEÓLOGOS E SACERDOTES FALASSEM MAIS DO INFERNO APÓS O CONCÍLIO VATICANO II
terça-feira, 8 de maio de 2012
SACRAMENTO DA CONFISSÃO : PREPARAÇÃO PARA UMA VERDADEIRA E FRUTÍFERA CONFISSÃO - LITURGIA DIÁRIA , 08 DE MAIO DE 2012

1-QUE VOSSAS OBRAS, Ó SENHOR, VOS GLORIFIQUEM, E OS VOSSOS SANTOS COM LOUVORES VOS BENDIGAM! NARREM A GLÓRIA E O ESPLENDOR DO VOSSO REINO E SAIBAM PROCLAMAR VOSSO PODER!
2-PARA ESPALHAR VOSSOS PRODÍGIOS ENTRE OS HOMENS E O FULGOR DE VOSSO REINO ESPLENDOROSO. O VOSSO REINO É UM REINO PARA SEMPRE, VOSSO PODER, DE GERAÇÃO EM GERAÇÃO.
3-QUE A MINHA BOCA CANTE A GLÓRIA DO SENHOR E QUE BENDIGA TODO SER SEU NOME SANTO DESDE AGORA, PARA SEMPRE E PELOS SÉCULOS
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Confissão automática ou Reconciliatio et paenitentia
o Vídeo é para rir um pouco, mas segue uma meditação que fiz sobre o documento Reconciliatio et paenitentia.
João Paulo II exorta a humanidade à verdadeira reconciliação, aquela que brota do amor, que brota de um gesto livre do homem penitente que tem o conhecimento de ser distante de Deus, e deseja assim voltar à amizade com Deus, à reconciliação consigo mesmo e com os seus irmãos. Assim a reconciliação assume não uma simples satisfação pessoal, mas à volta à paz do coração, a volta ao Pai Misericordioso, como relata a parábola do filho pródigo.
Podemos constatar que a reconciliação dos homens com Deus, só se torna possível graças à entrega de Jesus na cruz, foi por este sacrifício de amor que a humanidade foi remida, assim, a barreira que dividia o homem de Deus caiu, se estabeleceu à nova aliança com Deus e a reconciliação se tornou um grande dom libertador.
A reconciliação ainda hoje é eficaz, atual e praticada pela Igreja, a qual é o instrumento salvífico para a humanidade, pois é a esposa de Cristo, a dispensadora dos sagrados mistérios, é sinal e instrumento de reconciliação , e como dizia o Papa Leão Magno, “Instrumento de Salvação”.
A missão da Igreja é estar aberta a todos os seus filhos penitentes, pecadores e arrependidos, pois ela possui a verdade e deseja transmiti-la. É ela a incumbida em anunciar a Boa Nova entre os povos, para libertá-los das garras do demônio, do vício e do pecado, e por isso ela usa da autoridade de Cristo morto e ressuscitado, para salvar o homem, libertá-lo e reconciliá-lo com Deus.
A igreja é embaixadora de Cristo, porque fala em seu nome, possui autoridade para agir com responsabilidade e liberdade, e possui a graça do Espírito Santo para operar os prodígios e portentos na humanidade, transmitindo assim o grande amor misericordioso do Pai para com os seus filhos. Este amor é maior que o pecado, e é este amor que sustenta o homem até no momento do pecado, pois sem ele o homem cairia no nada.
O homem só está pronto para acolher o perdão e a misericórdia de Deus, quando reconhece o seu estado de podridão interior, vendo que sem Deus seu criador, e sem a sua graça, vive o inferno dentro de si. Mas a reconciliação com Deus exige do homem o movimento de conversão, de mudança interior, de adesão à vontade de Deus e ao seu projeto salvador, mas para que isso ocorra se faz necessário o confronto do homem com Deus.
Podemos constatar que o pecado leva o homem a uma terrível infelicidade e distância de Deus, sendo fruto da desobediência à palavra de Deus e a sua vontade. É portanto quebra com o amor misericordioso de Deus.
Se vê claramente a raiz do pecado no jardim do Édem, onde a desobediência do homem, levou-o ao conhecimento do bem e do mal, também ao conhecimento de si mesmo, no sentido de ver que podia escolher entre aceitar e viver em Deus, tendo-o como único Senhor de sua vida ou querer ser como Deus, seguir a Lúcifer.
Perante o grande amor de Deus, o pecado se torna nada, insignificante, porém altamente prejudicial à vida da alma, caso esta o execute por livre escolha consciente do ato pecaminoso e não por fraqueza “Faço o mal que não quero, e não faço o bem que quero”, como dizia São Paulo. Mas, os desígnios de Deus são infinitos, e o Senhor aproveita até do mal para extrair algo de bom.
O homem mesmo pecador e miserável, sente o perdão e a misericórdia de Deus, quando com contrição o busca de coração sincero e suplica a misericórdia, esperando que Deus sonde a miséria do seu coração e lhe dê a Paz. Contudo tal reconciliação de paz é confiada a Igreja, a qual tem o papel de reconciliar, exortar e esperar o tempo certo para cada coisa, executando em prol da alma o papel de médica e de juíza, através de seus ministros. Assim a igreja usa da sua voz para catequizar o homem, para levá-lo a reconciliação com Deus, a qual é praticada por meio dos Sacramentos e em especial, através do Sacramento da Penitência.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
QUEREMOS OU NÃO SER DE DEUS?

CAROS COORDENADORES, MEMBROS DOS GRUPOS DE ORAÇÃO DA GOSPA E AMIGOS:
Inicio saudando-vos, com a saudação dos católicos croatas em Medjugorje: “Hvaljen Isus I Marija!” (”Louvado seja Jesus e Maria!)”.
Chegou-nos um pouco atrasada a mensagem de Nossa Senhora Rainha da Paz a Mirjana, a qual foi dada no dia 02 de julho de 2006, no “Tendão do Campo della Vita” em Medjugorje.
Nossa Senhora nos diz o seguinte:
“Queridos filhos,
Deus vos criou com a livre vontade para que conheçam e escolham a vida ou a morte.
Eu como Mãe, com amor materno desejo ajudar-vos no conhecimento e na escolha da vida.
Filhos meus, não enganai-vos com a falsa paz e com a falsa alegria.
Permitam, filhinhos, que eu vos mostre a verdadeira vida, a verdadeira vida que conduz ao Meu Filho.
Obrigada por terdes respondido a minha chamada!”
Esta mensagem mostra o grande amor de Deus por nós, a tal ponto de nos criar com a liberdade de escolha, o que em Teologia chamamos de “livre-arbítrio”. Mas o que significa isto? Significa que não somos escravos, mas livres, ou seja, não somos marionetes nas mãos de Deus. Somos filhos, livres para escolhermos aquilo que é o melhor para nós. A questão é que nem sempre optamos pelo melhor.
Santo Agostinho em sua obra “Livre-Arbítrio” diz que o homem possui a liberdade para escolher Deus. Tudo aquilo que o homem escolhe que não é de Deus, ou segundo a Sua vontade, faz do homem um escravo. Assim, a liberdade não é o livre-arbítrio, o qual é a capacidade de escolha, mas ela (a liberdade) é a escolha discernida entre duas propostas boas, que giram segundo as coisas de Deus. Quando não escolhemos Deus e a Sua vontade em nossa vida, nos tornamos escravos, e não mais filhos livres do Pai.
Podemos ver como a sociedade moderna escraviza as pessoas, fazendo-as escravas dos programas de TV, das novelas, do dinheiro, da pornografia, das fofocas, do boteco, do sexo, etc. Vemos, assim, cotidianamente muitas pessoas escolherem a morte.
Embora, aparentemente, o mundo caminhe em meio às trevas da noite, surge Maria, a sentinela que anuncia a chegada da aurora. Ela nos mostra que o demônio está furioso por ver que o seu reino está chegando ao fim, por saber que a última palavra na história e em nossas vidas é sempre a de Deus, e por ver que Maria nos acompanha, nos guia e nos conduz na estrada do amor. Nossa Senhora nos ensina a fazer a escolha por Deus, segundo a Sua vontade, e por isto, incessantemente Ela nos chama à oração, a rezar com o coração, para que na oração possamos descobrir o que devemos fazer e como fazer. Desta forma, nos abriremos à palavra de Deus e a Sua vontade, e o Senhor dará vida a nossa vida, trazendo-nos a paz de Jesus e a vida no Espírito.
O pecado, as coisas que o ‘mundão’ oferece, aparentemente dão paz, alegria, satisfação, mas tudo isso é superficial, porque depois surgem as conseqüências, a inquietude e a tristeza. Somente quando estamos vivendo a vontade de Deus, podemos ter a verdadeira paz e nos realizar. Deus sabe o que é o melhor para nós, e deseja que descubramos o caminho que Ele - desde toda a eternidade - pensou para nós. O Pai quer que sigamos Sua palavra e Seus mandamentos como estrada segura para a verdadeira vida com Deus.
Maria deseja nos mostrar a verdadeira vida que é a vida em Deus, e aqui retornamos ao mesmo ponto: queremos ou não ser de Deus? Queremos ou não escolhê-Lo? Queremos ou não, abrir o nosso coração a Deus por meio da oração e do perdão?
A este ponto, convido-vos, caros irmãos, a renovarmos a nossa consagração ao Imaculado Coração de Maria, para que Ela nos conduza à verdadeira vida, que só vem de Jesus.
Oremos: “Mãe Santíssima, neste momento, pedimos que a Senhora coloque Suas mãos sobre nós e reze, para que possamos nos abrir às Suas palavras, à palavra de Jesus. Consagramos, agora, as nossas preocupações, nossas alegrias, nossas famílias e também aqueles que nos fizeram mal. Pedimos por nossa saúde, nosso futuro, e com ele todo o nosso coração. Mãe, toma conta de nós, para que diante de tantas estradas que satanás nos oferece, possamos escolher a estrada de Jesus que é a mais humilde e estreita.”
Pedimos, Mãe, nos conduza pela mão quando estivermos indecisos em nossa caminhada. Leve-nos em Seus braços quando agitados pelas tempestades da vida não soubermos que direção tomar. Ensine-nos a escolher a vida, que só vem de Jesus, a escolher não o mais fácil, o mais atraente, mas aceitar as cruzes que a vida nos dá.
Ajuda, Mãe, aquele pai de família que após ter andado o dia inteiro à procura de emprego, e que neste momento olha com tristeza, amor e compaixão os seus filhos que estão com fome. Este pai não encontra em sua carteira um centavo para comprar o pão, e pensa em partir para outros caminhos. Olha com ternura e reconduz à paz e ao perdão, aquela mãe que acabou de perder o filho assassinado em um assalto. Carrega em Seu colo, Mãe Santíssima, aquela família que descobriu que um dos seus familiares está em fase terminal. Mãe Santíssima, estende as Suas mãos sobre aqueles filhos que neste momento sofrem o drama da separação de seus pais. Dê-lhes a fortaleza e ajude este casal a recomeçar uma nova vida nos caminhos de Jesus. Enfim, Mãe, diante de tanto sofrimento no mundo, nos ajude a sermos instrumentos de paz e de amor. Conduz-nos rumo a Jesus caminhando com todos os seus filhinhos amados que sofrem, mas que, embora esquecidos por alguns políticos incompetentes e corruptos, que olham só para si, mas não são esquecidos por Vós. Amém!
Por intercessão de Nossa Senhora Rainha da Paz, que o Senhor Todo-Poderoso nos conduza no caminho de Jesus. Que Senhor vos abençoe: “Em Nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo.” Amém!!!!
Notícia: Dia 14 de Julho às 22:00 horas no monte Podbrdo, Nossa Senhora deu a Ivan mais uma mensagem dizendo: “QUERIDOS FILHOS, PAZ, PAZ, PAZ. REZAI COM A MÃE PELA PAZ DO MUNDO!. OBRIGADA POR TERDES RESPONDIDO A MINHA CHAMADA!”
PERMANECEI NA PAZ, E CAMINHAI SEMPRE NELA!!!
quarta-feira, 14 de julho de 2010
IDE CONFESSAR OS VOSSOS PECADOS!
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ (25 de fevereiro de 2009)
“Queridos filhos, neste tempo de renúncia, oração e penitência, vos convido de novo: ide confessar os vossos pecados para que a graça possa abrir os vossos corações e permiti que ela vos mude. Convertei-vos, filhinhos, abri-vos a Deus e ao seu plano para cada um de vós.
Obrigada por terdes respondido ao meu chamado”.
Estamos iniciando o tempo de quaresma, tempo este no qual a Igreja nos dá a possibilidade de fazermos um retiro de quarenta dias de deserto, de renuncia, de oração e penitência.
Tempo de renunciar ao nosso ‘eu’. Tempo de renunciar a tudo aquilo que nos distancia de Deus. Tempo de conversão! Tempo de tirar os ídolos do nosso coração, e colocar Deus no primeiro lugar. Tempo de dizer não ao meu pecado predominante, seja ele as lamentações cotidianas, o desrespeito, a ira, a crítica maldosa, o olhar de desprezo, a sexualidade desenfreada, a droga, ao álcool, a masturbação, o querer ter razão.
Tempo de oração, tempo de estarmos com Deus!
Jesus quando passou pela sua quaresma no Deserto, ficou quarenta dias sendo tentado por satanás, mas permaneceu com o Pai, permaneceu em profunda oração e meditação da palavra, a tal ponto que respondia as tentações com as Sagradas Escrituras.
Se quisermos vencer satanás nesta quaresma devemos lutar contra ele usando a palavra.
Se o meu pecado predominante é a ira, sou convidado a repetir varias vezes a palavra “Bem aventurados os mansos, porque herdarão o reino dos céus”, e dizer: ‘Senhor eu quero ser manso, eu quero herdar o teu reino’.
Se o meu pecado predominante é a luxuria, sou convidado a repetir varias vezes a palavra “Bem aventurados os puros, porque eles verão a Deus”, e dizer: ‘Senhor eu quero ser puro, eu quero te ver face a face, Senhor me dá a graça de superar as tentações sexuais’.
Se o meu pecado predominante é a maledicência, julgar o irmão, sou convidado a repetir varias vezes a palavra “Bem aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia”, e devo dizer: ‘Senhor eu quero ser misericordioso, quero aprender a compreender o outro, porque só Tu sabes o motivo que o leva a agir desta forma. Senhor me dá o dom da Misericórdia, porque quero também receber a tua misericórdia em minha vida’.
E assim, agir com os demais pecados, tendo como texto base para a nossa quaresma as bem-aventuranças (Mateus 5). Pois à medida que permanecemos em oração, rezando a palavra com pequenos trechos, e ruminando-os em nosso coração, ela tem o poder de nos converter, de nos curar, de trazer a paz, a graça a nossa vida.
Diria até porque não nesta quaresma fazer um jejum da internet, da televisão, do rádio, das conversar que não acrescentam nada para ter mais tempo para silenciar o coração, para estar com Deus, tempo para a oração, para o terço, para a meditação da palavra? Se você deseja mudar, inicie com passos concretos!
Iniciar a quaresma fazendo penitência, para podermos fortalecer a nossa alma, para que não sejam o corpo, as vontades mundanas a dominar-nos, mas seja sim o Espírito de Deus a conduzirmos. Se dermos tudo o que o nosso corpo pede, não conseguiremos dizer não ao pecado, as más inclinações, e não deixaremos o Espírito Santo de Deus tomar posse de nós.
Nossa Senhora nesta mensagem nos convida a procurarmos o sacramento da reconciliação, a confissão.
Na teologia sacramental, a confissão é vista como um sacramento de cura, não é simplesmente ‘contar ao padre os meus pecados’, ao padre não interessa nada, mas interessa a Deus ver o teu coração arrependido, humilhado, desejoso de mudança, e Deus por meio do padre dá o seu perdão.
Deus quis dar aos apóstolos e a seus sucessores esta faculdade de perdoar dizendo: ‘tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra será desligado no céu… a quem perdoares os pecados, eles serão perdoados’.
Mas se nós que somos católicos conhecemos esta verdade de fé, porque não nos confessamos com freqüência? Acredito que por dois motivos principais, o primeiro porque não nos achamos pecadores, nos achamos bons, corretos só porque não matamos, não roubamos e não traímos a esposa, ou o esposo. O Segundo motivo é a vergonha de confessar os pecados.
Certa vez, o grande santo João Clímaco, estava no confessionário atendendo os seus paroquianos em confissão, quando olhou na fila da confissão viu satanás, e ao vê-lo, ficou surpreso e pensou: “Será que ele se converteu e quer se confessar?”. São João ao terminar de atender o fiel que estava se confessando, levantou-se, foi ao encontro de satanás e lhe perguntou: ‘o que queres?’, satanás lhe respondeu: ‘vim restituir!”, João retrucou: ‘restituir o quê?’, e satanás respondeu categoricamente: “A VERGONHA QUE LHES ROUBEI, POIS QUANDO ELES ESTAVAM SENDO TENTADOS POR MIM, EU LHES ROUBEI A VERGONHA DE CAIREM NO PECADO, AGORA QUE QUEREM SE APROXIMAR E VOLTAR A DEUS, EU LHES RESTITUO A VERGONHA PARA NÃO SE CONFESSAREM E ASSIM, NÃO SE RECONCILIAREM COM DEUS!”.
Muitos têm vergonha de se confessarem, porque pensam: “Mas o que o padre vai pensar disso?”. Garanto-te o padre não pensa nada, na verdade o padre nem se escandaliza, porque escuta tanta coisa no confessionário, que percebe com o passar do tempo que os pecados são sempre os mesmos, o que muda às vezes são as circunstâncias, a criatividade em praticá-lo e as pessoas.
Antes de iniciar a atender as confissões, confesso que tinha um pouco de receio, medo do que ia escutar mexer comigo, e ao falar isto com o Pe. Eugenio, ele me dizia: “lembre-se não será você a escutar, mas o próprio Cristo”. Quantas vezes, atendendo as confissões, chega uma pessoa e diz: ‘padre se lembra da minha ultima confissão na semana passada?”, Eu dou risada, pois nem me lembro do rosto daquela pessoa, e vejo como são verdadeiras as palavras do meu fundador, depois que saio do confessionário vejo até as pessoas que atendi, mas não me lembro do que disseram, e isto é uma graça, para mim, e também para elas, pois é o Senhor que escuta, e ele uma vez que escutou, também se esquece…risos…
Na confissão o sacerdote recebe uma graça especial de ler a alma, e dar a esta alma a cura de Deus, a cura do pecado. Diria até que muitas pessoas vivem doentes, estão mal, porque não se confessam, porque estão acorrentadas a satanás, ao pecado, e a conseqüência disto é a doença física sem razão, a falta de paz, a morte.
Oxalá, cada um de nós faça um bom exame de consciência, procure um sacerdote e se confesse afim de que a graça de Deus possa curar o nosso coração e dar a paz, o perdão e o amor que nosso coração tanto precisa para caminhar nos caminhos de Deus, de seus projetos de perdão, amor e reconciliação.
Que Maria nos ajude neste tempo forte da quaresma!
“RECEBA A BÊNÇÃO ESPECIAL E MATERNA DA GOSPA MARIA RAINHA DA PAZ: EM NOME DO PAI, + E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO.” AMÉM!
Pe. Mateus Maria, FMDJ
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Panie Jezu Ufam Tobie!
terça-feira, 13 de julho de 2010
PONTOS FUNDAMENTAIS PARA CONFISSÃO
CAROS COORDENADORES E MEMBROS:
"QUE A GRAÇA E A PAZ DE CRISTO JESUS NOSSO SENHOR, E A TERNURA DE MARIA ESTEJAM CONVOSCO E COM OS VOSSOS!
Mensagem de 24 de Abril de 1984
“Queridos filhos:
Na frente dos vossos pecados tantas vezes me afasto chorando, sem dizer-vos nada.
Ajo assim porque vos quero bem e não quero ofender-vos. Mas não se pode continuar assim.Uma vez por todas deveis-me entender.
Obrigada por terdes respondido a minha chamada!”
A confissão deve ser completa. Não podemos deixar de confessar nenhum pecado que sabemos que temos, ou no qual caímos; devemos confessar todos os pecados lembrados, especialmente os mortais.
A confissão deve ser concreta, ou seja, não podemos ficar rodeando na acusação, mas dizer logo qual é o pecado e quantas vezes o cometemos. Não devemos ‘enrolar’ ao confessar, ou fazer de tudo para deixar o sacerdote na dúvida.
A confissão deve ser objetiva, clara e concreta. Da mesma forma, não devemos inventar pecados, ou diminuir a gravidade dos mesmos.
A preparação para a confissão é fundamental, pois ela nos ajuda a não receber a graça de qualquer jeito, por isso o exame de consciência deve ser preparado com muita oração e um desejo profundo de voltar à casa do Pai.
Um texto muito bom para o exame de consciência, são as bem-aventuranças. Assim poderemos nos questionar como estamos vivendo em nosso dia-a-dia cada uma delas.
Evanagelho de Mateus 5,1-11:
1 Ao ver aquela multidão de povo, Jesus subiu ao monte. Quando sentou-se, os discípulos se aproximaram dele.
2 Tomou a palavra e começou a ensinar:
3 “Felizes os que têm espírito de pobre, porque deles é o reino dos céus.
4 Felizes os que choram, porque serão consolados.
5 Felizes os mansos, porque possuirão a terra.
6 Felizes os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
7 Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
8 Felizes os puros de coração, porque verão a Deus.
9 Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
10 Felizes os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.
11 Felizes sereis quando vos insultarem e perseguirem e, por minha causa, disserem todo tipo de calúnia contra vós.
12 Alegrai-vos e exultai, porque grande será a vossa recompensa nos céus. Foi assim que perseguiram os profetas antes de vós”.
O Bispo Comácio de Aquiléia, no século quinto, comentando esta passagem do evangelho de Mateus, dizia:
“A nova lei foi proclamada sobre uma montanha, contudo, a lei de Moisés também foi dada sobre uma montanha. Uma consiste em dez mandamentos destinados a formar os homens para uma ordem de vida presente; a outra, em oito bem-aventuranças, pois conduz os que a seguem à vida eterna e à pátria celeste.”
"Felizes os mansos, porque possuirão a terra". É preciso, pois, sermos mansos, pacíficos de alma e sinceros de coração; o Senhor mostra claramente que o seu mérito não é pequeno, ao dizer: “eles possuirão a terra"
A herança dessa terra é a imortalidade do corpo e a glória da ressurreição eterna. Porque a mansidão ignora o orgulho, não conhece a vanglória, não conhece a ambição. Por isso, é com razão que o Senhor exorta noutro passo os discípulos, dizendo: "Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração e encontrareis repouso para as vossas almas" (Mt 11,29).
"Felizes os que choram, porque serão consolados". Não os que choram a perda do que lhes é querido, mas que choram os seus pecados, que se lavam das suas faltas com lágrimas, e também os que choram a iniqüidade deste mundo ou se lamentam pelas faltas dos outros.
Devemos comparar o nosso comportamento cotidiano com o de Jesus, perguntando-nos: "Se nesta situação estivesse Jesus presente, o que Ele faria? Como agiria? Como falaria? Etc."
Para o homem bíblico, o maior pecado é o da idolatria, ou seja, colocar um outro deus, no lugar de Deus, é criarmos deuses em nossos corações, e nos prostituirmos com eles.
Portanto,devemos nos perguntar se há um outro deus em nosso coração além do Senhor Javé, sabendo que este ídolo pode ser uma criatura, um objeto, um prazer, um vício, etc.
É importante também percebermos se durante o nosso dia, escutamos a voz de Deus e suas moções, ou se fazemos e agimos só como nossa vontade nos dita.
Não devemos nunca nos comparar com o outro. Não é porque alguém faz uma coisa que devemos fazê-la também, pois a nossa fonte de comparação é Jesus, é Sua vida.
Devemos também nos questionar como vivemos com o irmão, como o amamos, se o compreendemos, se nos colocamos disponíveis, etc. Eu só amarei a Deus que não vejo se amar o próximo a quem vejo.
É importantíssimo que nos questionemos profundamente como estamos vivendo os compromissos que assumimos perante Deus, enfim que analisemos como nos comportamos conosco mesmos, com o Senhor e com o irmão.
É bom que façamos a nós mesmos perguntas bem claras e diretas de como estamos vivendo a nossa vida de cristãos.
Lembro que todas as vezes que pecamos, temos o nosso ser dividido e não temos paz no coração. Uma boa confissão faz com que nos encontremos em comunhão com Deus, conosco mesmos e com os nossos irmãos. Porém, para colher estes frutos, devemos nos abrir ao perdão do Senhor, nos arrepender, e, sobretudo querer esta mudança de mentalidade e comportamento em nossas vidas.
Façamos hoje um propósito com o Senhor: lutarmos com todas as nossas forças, com todo o nosso coração para não cometermos pecado, para não cairmos mais nem nos pecados veniais, para sermos Santos, preferindo à morte ao pecado.
Maria nos quer homens e mulheres Santos, homens e mulheres de Deus. Tomemos hoje posse de todas as graças que Ela nos dá e nos esforcemos em sermos Santos, sabendo que tudo é graça de Deus, tudo é dom de Deus, pois é Ele quem opera em nós o fazer e o querer. Contudo, façamos a nossa parte, lutemos contra nós mesmos usando além da penitência, oração e jejum - este grande dom que Deus nos dá - que é o Sacramento da Reconciliação.
"Por Intercessão da Toda Santa e Toda Pura, a Bem Aventurada e Sempre Virgem Maria, Rainha da Paz, Abençõe-vos o Deus Todo Poderoso: "Em nome do Pai + e do Filho + e do Espírito Santo+. Amém!!!”
Pe. Mateus Maria, FMDJ
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Panie Jezu Ufam Tobie!
CONFISSÃO
CAROS COORDENADORES E MEMBROS:
"QUE A GRAÇA E A PAZ DE CRISTO JESUS NOSSO SENHOR, E A TERNURA DE MARIA ESTEJAM CONVOSCO E COM OS VOSSOS!
"QUERIDOS FILHOS,
NÃO VOS CONFESSEIS POR HÁBITO PARA NÃO FICARDES COMO ANTES, SEM NENHUMA MUDANÇA. ASSIM NÃO ESTÁ BEM! A CONFISSÃO DEVE DAR UM IMPULSO AS VOSSAS VIDAS. A VOSSA FÉ DEVE ESTIMULAR-VOS À APROXIMAÇÃO COM JESUS. SE PARA VÓS A CONFISSÃO NÃO SIGINIFICA ISSO, NA VERDADE, VOS CONVERTEREIS MUITO DIFICILMENTE.
OBRIGADA POR TERDES RESPONDIDO A MINHA CHAMADA!"
Mensagem de 07 de novembro de 1983/ Ditada por Maria Rainha da Paz a Jelena, para os grupos de Oração.
Maria nos convida a mergulhar em profundidade no Sacramento da Reconciliação, para que através deste Sacramento, o Senhor cure e opere maravilhas em nossos corações.
A Confissão não deve ser um hábito, uma imposição; deve ser um dom de Deus recebido com amor. Só assim conseguiremos acolher as graças que o Senhor deseja derramar em nossa alma.
Se nos confessamos por hábito, ou por um piedoso costume, de nada adiantará, pois o Sacramento não é magia. Devemos estar abertos e conscientes do que estamos recebendo, e do que irá acontecer em nosso interior.
Neste texto, falaremos de pontos muitos simples do Sacramento da Reconciliação, pois percebo que, nós católicos, não sabemos o básico da nossa fé. Se não conhecemos os pontos fundamentais, não viveremos bem e não acolheremos as graças que o Senhor deseja nos dar. Por isso, falaremos ainda um pouco mais da Reconciliação para que aprendamos a nos confessar melhor.
Muitas pessoas se confessam mal, ou não sabem se confessar porque não foram bem instruídas, também não entenderam toda a dimensão de amor e misericórdia que envolve este sacramento.
Confessar-se, não é apenas colocar-me diante do Sacerdote, dobrar os meus joelhos, e apenas dizer o que fiz errado, mas é algo muito mais grandioso.
A Confissão é um Sacramento de Reconciliação. É na verdade, uma grande oração de louvor a Deus, que me entrega como sou ao Pai, para que Ele me cure de toda a doença espiritual presente em mim.
Para confessar-me bem, é necessário primeiro que eu me prepare devidamente com a oração, de modo que eu coloque a atenção, não apenas em meus pecados, no meu eu, mas em Deus, na sua imensa Misericórdia.
Na Confissão devo encontrar-me com Deus, colocar-me diante Dele como o mendigo que não possui nada, ou melhor, possui somente as suas misérias, mas que pede a graça do Senhor, Sua Misericórdia, Seu perdão e a nova oportunidade de recomeçar.
Se encaro a Confissão como essa experiência profunda do Senhor, não terei medo de confessar-me, não irei ao confessionário para contar os pecados dos outros e deixar os meus de lado. Não colocarei uma máscara de falsa santidade e pureza, e sobre tudo não terei vergonha ou medo de acusar as minhas faltas, manifestando também a dor de tê-las cometido, e ofendido a Deus, que todo tempo é fiel a mim.
O momento da Confissão deve ser um momento de arrependimento dos pecados cometidos, e de adesão à vontade do Senhor. Deve ser também momento de confissão da nossa fé na Sua imensa Misericórdia, Ele que nos acolhe em nossas infidelidades.
Para nos prepararmos bem, é necessário que façamos o exame de consciência em profunda oração, pedindo ao Senhor a graça do arrependimento, de entendermos a Sua vontade sobre nós e de conhecermos os nossos pecados.
Devemos, ao fazer o exame de consciência, verificar e nos questionar se é o Senhor o único mestre de nossas vidas. Seguimos a Ele ou as nossas vontades?
Durante o exame de consciência é recomendável que anotemos tudo aquilo que nos pesa na consciência, todos os nossos erros e pecados, sabendo que a Misericórdia do Senhor é maior do que aquilo nos pesa. Se anotarmos, não corremos o risco de esquecermos de declarar o nosso pecado.
É fundamental que tenhamos arrependimento sincero, e que durante a confissão façamos o propósito de mudarmos de conduta.
O propósito de mudança, não deve ser baseado em um puro sentimentalismo, mas em um ato concreto, em um desejo profundo, que começa a tornar-se realidade agora, neste momento. Devo esforçar-me ao máximo para não cair mais, a fim de mostrar a Deus a minha fidelidade e o meu amor a Ele.
É muito útil, anotarmos os propósitos que fazemos em cada confissão, de modo que possamos - no decorrer do dia, da semana, ou quando estivermos próximos de cometer os pecados - ler os propósitos feitos anteriormente.
Ao encontrar com o Sacerdote para a confissão auricular, devemos nos colocar diante dele com simplicidade, sabendo que ele é Persona Christi, ou seja, age em nome de Cristo. Durante a Confissão é Cristo que me ouve, me perdoa e me reintegra no seu amor.
O rito da Confissão não é um ‘bicho-de-sete-cabeças’, pelo contrário, é simples.
O Sacerdote diz: "Em nome do Pai + e do Filho + e do Espírito Santo +."
O Penitente responde: "Amém!"
O Penitente pede: "Padre, dai-me a vossa bênção porque pequei."
O Sacerdote diz: "Que o Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que confesses dignamente os teus pecados."
O Penitente diz: "Amém."
Seria bom também que o Penitente inicie a Confissão dizendo a quanto tempo não se confessa, e depois disso dizer:
"Meus pecados são os seguintes:………."
Pode também, antes de terminar a declaração dos pecados, dizer:
"Peço perdão a Deus, não só por estes pecados que cometi livremente, mas também por aqueles que fiz e não me recordo, por aqueles que não tenho consciência que cometi, assim peço o perdão e a Misericórdia do Senhor."
O Sacerdote aconselhará o Penitente, que manifestará o seu arrependimento rezando um ato de contrição, que ele mesmo poderá criar no momento.
O Sacerdote dará a absolvição e o Penitente retornará na sua dignidade de filho amado. Após a confissão, é recomendado que o fiel permaneça ainda por um tempo em oração, a fim de que sua oração seja de louvor, de agradecimento.
A satisfação, ou melhor, o cumprimento da penitência dado pelo Sacerdote, deve ser cumprido logo, e se possível, acompanhada de um ato de reparação. Pode este, ser um ato de Misericórdia, de caridade para com algum irmão, ou uma visita a um doente, uma esmola, ou suportar com amor alguém que me irrita, etc.
Mesmo que sejamos perdoados no Sacramento da Reconciliação, devemos reparar o mal que cometemos com o nosso pecado, pois o pecado não atinge somente quem o comente, mas todo o corpo místico de Cristo, toda a Igreja.
Permita-me perguntar e responda em seu coração (Dê um espaço de tempo entre uma pergunta e outra para refletir):
Como você está vivendo o Sacramento da Reconciliação?
Confessa-se, ao menos, uma vez por mês como pede Nossa Senhora?
Confessa-se por hábito, por amor, ou por necessidade?
Sente-se pecador ou santo?
A Confissão é uma arma contra o seu pecado predominante?
"Por Intercessão da Toda Santa e Toda Pura, a Bem Aventurada e Sempre Virgem Maria, Rainha da Paz, Abençõe-vos o Deus Todo Poderoso: "O Pai + e o Filho + e o Espírito Santo+. Amém!!!”
PERMANECEI NA PAZ E CAMINHAI SEMPRE NELA!
Pe. Mateus Maria, FMDJ
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Panie Jezu Ufam Tobie!


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